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terça-feira, 5 de junho de 2012

NO PAIN ... NO GAIN !



AGORA É A HORA DE VER QUEM TEM UM CORAÇÃO !!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

AS CONSEQUÊNCIAS DO ALTO RENDIMENTO

Batistuta mal pode caminhar por causa das dores no joelho, diz um amigo

O ex-jogador argentino Gabriel Batistuta não consegue mais se manter em pé por mais de meia hora por causa das dores no joelho, disse o jornalista italiano Luca Calamia, amigo do jogador, em declarações publicadas nesta quarta-feira pelo site do jornal "Corriere della Sera".

"Agora, infelizmente, Batistuta mal consegue caminhar. Não consegue mais ficar em pé por mais de meia hora por causa de seus problemas de joelho", afirmou o jornalista, que acrescenta que "as infiltrações destroçaram os tendões" do argentino.

Batistuta, segundo o periódico, foi submetido a vários tratamentos médicos com infiltrações para aliviar a dor e reduzir o tempo de recuperação de algumas de suas lesões.

"A lesão mais grave foi a do dia 7 de fevereiro de 1999, quando o atacante marcava um gol na partida entre Fiorentina e Milan", lembra o jornal italiano.

De fato, a última operação foi no tornozelo, há um ano e meio, e, segundo o médico, após a cirurgia, o jogador seguiu praticando outros esportes como o tênis e o polo.

No entanto, o jornalista garante que seu joelho está "em pedaços".

O ex-jogador, conhecido como "Batigol", se aposentou em março de 2005, com uma lesão no tornozelo.

quarta-feira, 30 de março de 2011

TREINAMENTO COM PESOS PARA DIABÉTICOS

Frequência. Os exercícios de treinamento com pesos devem ser realizados pelo menos duas vezes por semana em dias não consecutivos, mas idealmente três vezes por semana, como parte de um programa de atividade fisica para indivíduos com Diabetes Melitus tipo2, juntamente com atividades aeróbicas regulares.

Intensidade. O treinamento deve ser moderado (50% de 1 - repetição máxima, ou 1-RM) ou vigoroso (75% -80% de 1-RM) para os ganhos ótimos de força e ação da insulina. Treinamento com pesos em domicilio deve ter supervisão de um profissional de educação física e pode ser menos eficaz para manter o controle da glicose sanguinea, mas suficiente para manter a massa muscular e força.

Duração. Cada sessão de treinamento deve incluir no mínimo de 5 a 10 exercícios envolvendo os principais grupos musculares (na parte superior do corpo, parte inferior do corpo, e CORE) e envolvem a conclusão de 10-15 repetições até a fadiga por series.

Modo. Máquinas de resistência e pesos livres (por exemplo, halteres e barras) podem resultar em ganhos bastante equivalentes em força e massa muscular. Cargas mais pesadas ​​ou a resistência podem ser necessárias para a otimização da ação da insulina e controle de glicose sanguinea.

Taxa de progressão. Para evitar lesões, a progressão da intensidade, freqüência e duração das sessões de treinamento deve ocorrer lentamente. Na maioria treino progressivo, o aumento do peso ou a resistência são realizadas a primeira e única vez quando o número alvo de repetições por serie pode ser consistentemente excedido, seguido de um número maior de series e por fim a maior freqüência de treinamento. Sessões de progressão para seis meses a três vezes por semana em três séries de 8-10 repetições realizadas em 75% a 80% de 1-RM em 8-10 exercícios pode ser uma meta ideal (65).

Declaraçao de evidência. Além do treinamento aeróbio, as pessoas com Diabetes Melitus tipo2 devem realizar treinamento de moderada a vigorosa, pelo menos, 2-3 dias por semana de resistência com pesos.

Treinamento supervisionado

A Instrução inicial e supervisão periódica por um profissional de educação física é recomendada para a maioria das pessoas com Diabetes Melitus tipo 2, particularmente se eles se comprometem ao treinamento resistido, para garantir benefícios ideais para controle de glicose sanguinea, pressão arterial, lipídios e risco cardiovascular e para minimizar o risco de lesão.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O treinamento nas categorias de base do Futebol e Futsal


Atualmente, os esportes em gerais sofreram modificações nas formas de treinamento, pois com os avanços tecnológicos, novos métodos foram surgindo ao decorrer do tempo. O Futebol e Futsal não ficam de fora dessas modificações.Essas duas modalidades são as mais praticas em meio da população brasileira, desde as escolas de formação até mesmo ao profissional.

Se tratando do treinamento em si, temos muitas variáveis vindas de cada praticante, mas algo é certo, a periodização do treinamento juntamente com um acompanhamento especifico é ideal para um bom rendimento. Esse é uma área bem complicada, pois a iniciação, os atletas que estão começando não são ‘’adultos em miniaturas’’, no caso merecem uma atenção especial na formulação de treinamento e não apenas alterar a carga tendo como finalidade os mesmos resultados aplicados a um adulto.

A prática do Futebol e Futsal como em outros esportes, começa muito cedo no que se refere ao período de formação geral da criança, e a falta de recursos bibliográficos específicos para o desenvolvimento destes trabalhos é um dos fatores de interferência no processo de crescimento da criança, tanto longitudinal como psíquico e motor, o que tem sido objeto de preocupação dos profissionais envolvidos com o treinamento destas modalidades. A sua prática desordenada, ocasionará problemas de ordem tanto clínica como de formação geral, que se mostrarão nos anos seguintes de treinamento. Não se pode esquecer que a criança ou “jovem atleta” é levado à prática do Futsal e Futebol influenciado pelo meio e, em muitos casos, aspirando tornar-se um atleta profissional, de Futsal ou de Futebol. Mas, para que isto aconteça, devemos lembrar que este atleta não pode ser submetido ao mesmo processo de formação técnica e competitiva dos adultos. O trabalho realizado com crianças deve ter a adaptação adequada, considerando seu desenvolvimento, além de respeitar também os seus interesses. A determinação do tempo de jogo nas categorias de base, por exemplo, é sempre ponto de discussão entre técnicos e administradores do Futsal. Uma vez que são poucos os estudos relativos à adequação do tempo de jogo para cada idade (Gomes e Machado, 2001).